terça-feira, 31 de maio de 2011

e é nas horas de solidão

que percebemos, quem está conosco, quem nos quer bem, 
quem se preocupa, quem sente saudade, e quem faz questão...
eu não errei... eu acreditei. eu não tive medo de viver, 
nem de arriscar.  não me arrependo, só não entendo o por que
que desde o início eu não percebi que isso não daria certo...
e que toda essa historia poderia ser sim, a maior das minhas ilusões.

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